quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Meu travesseiro e meus devaneios.

Ontem desliguei tudo, fechei tudo e me coloquei segura debaixo da minha coberta eram mais de duas da manhã, coloquei minha cabeça no travesseiro, e como quase sempre acontece, minha mente voou. Durante o dia me ocorreram algumas coisas curiosas, algumas conversas, alguns pensamentos soltos, algumas coisas que li; e tudo isso bastou para que neste momento, aquele que sempre me faz parar e realmente pensar, eu chegasse a algumas conclusões. Pensei em momentos únicos da minha vida, que vivi com pessoas também únicas, pessoas não necessariamente presentes. E tudo isso voltou à tona, pequenos atos, pequenas palavras que me marcaram, e muito. Minha vontade foi ligar de novo meu computador e colocar todas aquelas idéias, sentimentos, pensamentos, ‘pra fora’. Mas não. Tive vontade também de fazer textos especiais, a cada um deles, talvez. Ok, eu instintivamente parei, e mais instintivamente ainda, pensei. E venho aqui hoje agradecer a cada um dos que passaram pela minha vida até hoje, seja ele da minha família, tenha sido, ou seja, ele um amor, um desamor, um amigo. Meu grande amigo, minha amiga louca, meu ladro, meu peixe, minha amiga cor de rosa(que não foi uma só), minha amiga estrangeira, minha eterna luz, e meu eterno presentão. Sem falar, é claro, na minha verdadeira mãe e pais, sem contar ainda nos meus outros muitos casais de pais. Nos meus verdadeiros irmãos que têm seu nome em meu corpo, e nos outros irmãos de sentimento. Aqueles que estão presentes atualmente no meu dia-dia. Enfim, realmente a todos, cada um especial ao seu jeito. Agradeço-lhes, independente se tenham me feito rir ou chorar, amar ou odiar, perder ou ganhar, o importante é que me fizeram viver, e eu aprendi. Obrigada. @pattyamoraes

sábado, 6 de novembro de 2010

Patience, a virtue.

Respire, inspire. Respire, inspire. Tá, isso não funciona sempre comigo. Ou melhor, quase nunca funciona. Mas é o que reza a lenda. E com você, caro leitor, como é? Realmente, ultimamente, muitas, ou quase todas as coisas andam me tirando do sério. E não é mais TPM, ou então, estou sofrendo de TPM contínua, o que seria de fato um terror. Em algum momento da minha vida, quando alguém fez ou disse alguma coisa ridiculamente estúpida, fez sim meu sangue ferver, mas agora, ele ferve e transborda. Porque né? “Sai fora.” Como tudo na vida, paciência tem limite, e btw, em algum momento da vida, a minha chegou no dela e eu me tornei sim, um pouco pavio curto. Agora vem me dizer que eu sou estressada? Ué, procuraram por isso no decorrer desses dezenove anos, não posso fazer nada, ok? Agora agüenta. Conforme você cresce, você vai aprendendo a não levar desaforo pra casa e passa sim a responder, afinal, todos nesse mundo temos direito de resposta. Portanto, meu lema é assim: “Se não está feliz com o meu jeito, se alguma coisa em mim te incomoda, simplesmente tome distância.” Combinado? Com certeza não irei ficar sozinha, afinal, quem é amigo mesmo, gosta da gente do jeitinho que a gente é. Acredito, do fundo do meu coração que eu não sou obrigada a aceitar grosserias, infantilidades, irresponsabilidades, e qualquer outro tipo de comportamento fora da normalidade, sem motivos aparentes. Contudo, sei que não devo, e nem posso sair por ai soltando os cachorros, mas nos últimos tempos tá tenso. Só posso dizer, por fim, que nem sempre respirar fundo resolve todo o problema, então procure dentro de você, esse controle, que se chama paciência, e que a cada dia, na vida de cada um, se torna uma virtude. Algumas pessoas precisam cair na real. @pattyamoraes.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Valeu! Foi bom! Adeus!

Depois de intermináveis sete anos, neste fim de semana/feriado tomei uma decisão, difícil, porém necessária. Depois de posts como: “Li. Concordei. Postei.”, “Eu. Você. Nós.”, “Mas então... Porquê?”, e “Não adianta.”, venho hoje lhes dizer que sim, foi muito legal tudo que rolou, ou melhor, que não rolou, e que talvez, realmente, se tudo tivesse sido diferente, hoje eu não estivesse aqui, mas como não foi, como dizem, Deus escreve certo por linhas tortas. Não quero mais essa vida piegas pra mim. Quero esperar outras coisas, outras pessoas à noite. Quero gastar as tintas das minhas canetas escrevendo para outras pessoas, sobre outras coisas. Quero ser imediatista com pessoas que gostem do meu imediatismo, pegar na mão de outro alguém nos sonhos dele, afinal, quero ser a luz de outro alguém. Porque oferecer meu melhor a alguém que um dia, aqui, eu já disse ser indiferente? Se um dia eu fui capaz de me chamar redundante quanto às promessas que fiz a mim mesma, disse isso me referindo à promessas que fiz por sua causa, e não vou mais me perder por você, não vou mais fazer por você o que você não faria por mim. Você é inabalável, intocável, e não é disso que preciso, de relações virtuais, eu estou cheia. Posso abraçar outras pessoas a hora que eu quiser e ter conversas que me façam bem com outras pessoas. Agora, meu edredom vermelho é suficiente. Eu posso ser feliz com coisas simples em outras companhias. Posso ser feliz dormindo sozinha, posso construir novas loucuras. Se eu tiver de chorar na cama, que seja de felicidade. Posso sim me lembrar de tudo isso, mas querer tudo de volta, isso passou. Agora, mais do que nunca sei que realmente alma gêmea não é o encaixe perfeito, e sim quem abre meus olhos para que eu mude para melhor. Agora a força eu encontro em outras pessoas, e aproveito pra deixar registrado aqui meu eterno obrigada à RNR e ASA. Aprendi a ouvir as pessoas certas e definitivamente estou me livrando dessa situação patética, estou deixando de ser a pateta, e sem nenhum peso na consciência, afinal, tempo o suficiente houve, mas não houve solução. Vou arranjar outro alguém, melhor, com quem eu sinta que posso ser espontânea e não quero mais VOCÊ pra nenhum dia da semana. Eu tenho o mundo me esperando, a vida, e sim, eu posso sim sem você. Não vou chorar! Nem vou me arrepender!