"Você vai encontrar um jeito certo, embora não exista o jeito certo. Mas você vai encontrar o seu jeito, e é ele que importa." - Caio Fernando Abreu
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Na época errada, mas do meu jeito 'certo'...
No meu mundo não existe metade. Estou sempre por inteiro, completa.
Não existe gostar mais ou menos, ou adorar...Eu amo, e quando amo, é de verdade.
Não existem meias palavras, nem meio obrigada, nem meio adeus.
@pattyamoraes
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “metade”.
sábado, 6 de agosto de 2011
Diário de Bordo – Buenos Aires em passos – Passo 1
Demorou mas criei vergonha na cara e ele chegou, ok, a primeira parte dele, mas enfim...Meu primeiro desafio foi tentar fazer caber todo o meu guarda-roupa numa mala; bom, como nunca fui de fazer malas pequenas, não ia ser dessa vez que ia ser diferente né? Mas quem disse que cabia? Afinal, eu precisava muni-la de modelitos tanto para o frio quanto para o calor, pra estar preparada e linda para qualquer ocasião, digo, clima; porém todos sabem que não estão disponíveis para venda no mercado malas versão contêiner, infelizmente né mulherada? Então não completei meu desafio, assim sendo, perdi logo umas três horas na véspera da viagem, em companhia de mamis e priminha Thaís cortando uma blusinha daqui, colocando mais um casaquinho ali, dispensando uma sapatilha acolá; até que? Tcharam! A mala fechou, uma mala suficiente, justa e que me agradou. E então, depois de uma longa Páscoa, muito Ferrero Rocher e pouca praia, era dia 25 de abril, e eu estava acordando praticamente de madrugada pra tomar um belo banho, vestir meu coletinho azul bebê, tomar um café da manhã, o que é um milagre e partir para o aeroporto (pequeno adendo para o detalhe nada agradável que presenciamos a hora H de um acidente no caminho). Encapar a mala, fazer check-in, me dar conta que minha mala era azul marinho e não tinha nenhuma identificação, comprar fitinhas do Senhor do Bonfim e amarrar na tal da mala, até que enfim, ir para o portão de embarque, e depois de passar por no mínimo três guichês com policiais, seguranças e detectores de metais, encontrei o pote de ouro no final do arco-íris, o Duty Free, mais conhecido como Free Shop. Devo confessar que foi difícil não comprar tudo ali, mas me comportei dizendo que iria ver os preços ali (e que preços, Senhor!), em terras hermanitas e na volta sim, que iria enfiar o pé na riqueza, digo, na jaca. Então, mais um lanchinho antes de ir pro avião, porque os boatos eram que a Aerolíneas Argentinas não serviam nada durante o vôo, mito ou verdade? Mito. Servem um sanduíche, um alfajor e uma balinha, com bebidas à vontade e a escolher (ok, na minha humilde opinião, nada que se compare ao lanchinho da Tam (que também correm boatos que não é mais o mesmo), mas dá pro gasto). Vôo tranqüilo. Muito papo com priminha Thaís e sofrimento pra entender aquele povo falando espanhol freneticamente rápido, mas isso é mero detalhe. Duas horas depois, cintos apertados, aterrizagem e muitas fotos. O serviço internacional da Claro funcionando às mil maravilhas, amém, porque assim consegui manter contato contínuo com amigos e família em terras tropicais. Mais delírios no Free Shop do desembarque depois de mais não sei quantos guichês com tudo aquilo e mil papéis a serem preenchidos. Malas recapturadas, rua! No saguão do aeroporto, encontramos a moça da CVC, com mais um casal brasileiro e então ela chamou nosso carro. Enquanto seu lobo não vinha, primeiro saque em pesos, outro serviço internacional funcionando maravilhosamente bem, Banco do Brasil. Nosso carro na verdade era uma vã que levou apenas cinco pessoas com o maior conforto possível, né? Logo ali, Rio da Prata que mais me parecia um mar de tão lindo. No hotel, Unique Chateau, encontramos a Laura, nossa guia oficial até o dia Y, mais mil papéis e acordos a serem feitos, passeios agendados, então o jeito mesmo era colocar uma roupa mais confortável e partir para o nosso primeiro almoço argentino, já que já eram três horas da tarde e estávamos morrendo de fome. O hotel fica na Recoleta, então saímos pelas ruas do bairro mais charmosinho de todos os tempos, e de cara encontramos uma loja cujo nome é o mesmo, digo, idêntico ao da minha prima, e isso já serviu de desculpa para mais fotos, turistas. Não muito longe encontramos a Isadora, a loja de penduricalhos, mais conhecidos como bijus, a preços, como sempre mui amigos e uma coisa mais linda que a outra, mas as comprinhas nela só foram feitas no último dia da viagem, aguardem (importante comentar que é na verdade uma rede de lojas espalhadas por toda Buenos Aires, toda mesmo). Atravessando a rua, ou melhor, Avenida Santa Fé, no primeiro metro quadrado que notamos servir comida, entramos, e foi no: Liberdad Plaza Cafe, a refeição dos quatro criativos foi talharim de massa verde ao molho de tomates frescos, azeitonas e ervas; dizendo assim parece que tava magnífico o negócio, mas de fato estava bem normalzinho, ou me arrisco ainda a dizer que mediano, mas pra minha fome, tava era ó-te-mo. Seguindo nosso caminho, continuamos andando pelo bairro, encontrando vielas lindinhas (e mais fotos), e por fim chegamos ao nosso destino, o Cementerio La Recoleta; ok, pode parecer uma visita um tanto quanto estranha, mas é lá que está sepultada Eva Peron (por isso se tornou ponto turístico), e a visita vale a pena não só por isso, mas também por toda a beleza peculiar do lugar e todas as suas curiosidades. Depois de mais dezenas de fotos, demos prosseguimento novamente à caminhada, passamos pelo tradicional café La Biela (mas a parada por lá virá posteriormente, aguardem 2). Passamos por um Carrefour, sim, Carrefour, mas compramos nesmo algumas comidinhas em outro supermercado que não me lembro o nome, pra levar pro hotel porque ou a gente viaja ou a gente paga comida de frigobar e fomos pro nosso lar temporário dar uma descansada porque também somos filhos de Deus. Queria deixar registrada aqui nossa surpresa ao encontrarmos produtos tão brasileiros por lá, uns caipiras mesmo, e o melhor de tudo foi achar 7UP (delícia), que não tem mais no Brasil. À noite, nos demos apenas ao trabalho de ir até o final da rua, numa praçinha muito da charmosa (como tudo por lá), para o nosso primeiro jantar que foi no Josephina’s Café Restaurante. Dessa vez os três criativos comeram um mesmo sanduíche, e eu quebrando os padrões, pedi uma comida bem ‘brasileira’, arroz branco, frango ao curry e salada de alface e tomates cereja; e dessa vez a comida estava de fato muito boa, uma das muitas delícias que comi lá. E então fomos pernoitar para que na terça, 26 de abril, estivéssemos no pique para...AGUARDEM! @pattyamoraes
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “mala cheia”.
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “mala cheia”.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
So simple...
Ela anda sozinha pela rua, sem fones de ouvido, quase que em completo silêncio, se não fosse pelo seu salto se chocando com o asfalto e as conversas dos transeuntes; e mesmo assim, seus lábios querem sorrir.
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “nasce um sorriso”.
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “nasce um sorriso”.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
My new version, new phase, it's a new period. I've a new ME!
Eu poderia começar e compor todo esse post só com algumas das frases, que diga-se de passagem, falam por mim e por meu momento, que foram citadas para o meu signo, que é Leão, pelo @Signos no Twitter; mas resolvi não fazer isso. Vou apenas usar o sentido dessas frases, e talvez partes delas pra falar aqui sobre alguns momentos que passaram e algumas decisões que foram tomadas ultimamente. Bom, dia desses completei 20 anos e não sei se com vocês também acontece assim, mas eu, sempre que datas importantes se aproximam, fico mais reflexiva. Parece até que um ciclo está se encerrando para dar lugar a algo novo; o engraçado é que não sinto isso em “Ano Novo”, mas só em datas que marcam especificamente a minha vida, ou seja, meus aniversários, 15, 18, e agora 20. Já expressei inúmeras vezes por aqui minha gratidão, satisfação, admiração, ou seja lá o que for(de bom, sempre), pela vida que tive e tenho; sei que pode ficar repetitivo, mas vou de novo fazer algumas considerações acerca da minha vida, das minhas conquistas, superações e aprendizados que por acaso(ou não) foram decisivos e me levaram a tais decisões. É, sempre fui uma garota de sorte que tem várias famílias lindas, dentro de uma; cada um deles(e não só eles) me ensinou tanta, mais tanta coisa que depois de duas décadas tenho tanta coisa pra falar... 1) Aprendi, fazendo jus à regra, que pra crescer, amadurecer e evoluir, precisaria quebrar muitas vezes a cara, e hoje fico feliz por ter quebrado a minha e ter tirado cada lição desses momentos, e mais, fico feliz(e triste ao mesmo tempo) quando quero ajudar uma pessoa e me dou conta que “não adianta, ela tem que quebrar a cara sozinha pra aprender”. 2) Sempre tive pra mim que não mudaria por ninguém, e também não quero em hipótese alguma que alguém mude por mim. “Fraco é aquele que muda para agradar aos outros”. “Se for pra mudar, mude pela única pessoa que vale a pena: Você”. Já aconteceu várias vezes de me apontarem defeitos e eu muito cabeça dura pensar: “Esse é meu jeito, não vou mudar”; mas aos poucos a gente amolece e vê quando vale a pena corrigir certos pontos, mas não pelos outros, mas sim por si próprio. Enfim, eu poderia ir continuando essa contagem até o infinito, mas é à partir dessas duas constatações que me obrigo a olhar pra trás e vejo uma vida cheia de mudanças. Mudei sem perceber, mudei por mim, para o meu bem. Me lembro que pouco antes do dia 23(meu aniversário), aconteceu um turbilhão de emoções nessa vidinha nem tão sem graça, mas nem tão diferente; foram déjavus(que geraram estranhamento), foram lembranças(que podem ser boas ou ruins, sendo que nesse caso, a segunda opção foi predominante), foram interrogações(quem gosta de ficar cheio de interrogações na cabeça?), foram incômodos(que incomodaram, ahá!); daí que eu tava no meu momento reflexão a todo vapor e algumas coisas se tornaram tão claras! Cada coisinha dessas, ditas ruins, se tornaram ótimas a partir do momento que me fizeram superar certos pontos específicos. E foi exatamente isso o que aconteceu, um ciclo se fechou, para uma coisa completamente(ou parcialmente) nova chegar. Quem me conhece sabe como eu sou(ou era), me importando até com uma formiga, e me apegando 100% a ela; me colocando sempre disponível, seja pro que for. Então, em meio a tudo isso, eu me questionei até que ponto continuava valendo a pena(se é que um dia chegou a valer) ficar me deixando tanto de lado em prol dos outros. Quero deixa bem claro que em momento algum pretendo me tornar egoísta, egocentrista, me afastar de tudo e todos e não ser amiga(até porque eu não conseguiria ser essa pessoa), mas tudo pode ser bem mais fácil se eu passar a exigir menos dos outros, e principalmente de mim mesma. Então, agora eu quero cuidar de mim; afinal, minha felicidade não depende de ninguém; e como já diria o velho ditado, a vida me reserva o melhor. Já disse outrora aqui uma coisa muito semelhante ao que vou dizer agora, porém, por motivos completamente opostos, mas mais uma vez a verdade é que a vida não vai esperar por mim, nem por ninguém(#dica), então a fórmula perfeita que eu encontrei é que vou cair fora dessa: desse mundo complicado de algumas pessoas, desse monte de problemas criados e que são completamente desnecessários; se eu posso “fugir” disso tudo(não por covardia, mas porque não vale a pena), pra que eu vou ficar complicando? Mais uma vez, a vida reserva o que há de melhor pra mim, então o que tiver que ser vai ser, posso acreditar. Parece que sempre abro mão de um problema pra logo cair em outro, mas cansei; vou continuar mergulhando no que me der vontade, mas sem planos, vou beber, dançar, brincar, cantar, rir, chorar, chorar de rir, gritar, quero viver(e sim, viver inclui cair em ciladas e depois se livrar delas), e só. À partir de hoje vou desfilar por aí com o meu melhor sorriso, trazendo a tona o que há de melhor em mim e que não depende de nada nem ninguém. Prazer, eu sou a nova Patrícia e deixo registrado aqui o dia em que eu abri mão do que me pareceu(parecia) tão certo quanto o nascer do sol.E por fim, e nem um pouco menos importante, quero dizer que, de qualquer forma, listras e xadrez, não compõem juntos.
*Sei que devo ter(tenho) alguns leitores, e talvez pra vocês este post não tenha pé nem cabeça; começo, meio e fim; mas pra mim faz sentido, nem que seja o mínimo, e acho que isso deve importar.
*Alguns direitos reservados ao @Signos.
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “transformação”.
*Sei que devo ter(tenho) alguns leitores, e talvez pra vocês este post não tenha pé nem cabeça; começo, meio e fim; mas pra mim faz sentido, nem que seja o mínimo, e acho que isso deve importar.
*Alguns direitos reservados ao @Signos.
*Imagem: Google Imagens. Corpo de Busca: “transformação”.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O tempo passa, o tempo voa!
A minha primeira postagem aqui foi em 12 de abril de 2010, e muuuitas coisas já foram ditas. E então ontem, 12 de julho de 2011, meu blog completou exatos um ano e três meses...E fazia tempo que estava querendo mudar tudo por aqui, principalmente meu link! Até que hoje criei coragem e o fiz.
O meujeitominhaverdade é o antigo umavidadiferenteediferente, sendo que o propósito do blog continua sendo o mesmo: meus desabafos, narrações, ou seja lá o que vier à minha cabeça. Só estava mesmo descontente com o link antigo e também com aquele design todo primário.
Então, hoje se inicia uma nova fase por aqui. E que continuem comigo aqueles que já estavam, e que venham com a gente os bons. @pattyamoraes
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Amigo estou aqui... ♪ Amigo, estou aqui?
Costumam dizer por aí que nossos amigos são a família que nós escolhemos; e eu, muito admiradora de ditados populares, que sou, sempre concordei com o tal. Meu pai, minha mãe, meus irmãos, tios, tias, primos, avós, não pude escolher, mas Deus foi tremendamente generoso comigo e me deu uma, ou melhor, várias famílias lindas, e que, também como dizem, irão me amar acima de tudo, e mais que ninguém, e com este, concordo ainda mais. Mas ultimamente, e quando digo ultimamente, me refiro aos últimos anos, venho refletindo sobre essa tal família que posso escolher... Sem dúvida alguma, durante meus quase 20 anos, fiz muitos amigos, ou ao menos alguns; e com certeza tenho numa mão amigos, aqueles que posso chamar de irmãos ou qualquer outra nomenclatura familiar, e não troco por nada, porque sei que é recíproco; que mesmo distantes, fisicamente ou não, sei que quando precisar, estarão ali. Tenho em outra mão aqueles que foram muito amigos, mas que passaram junto com os anos, e desses sinto muita falta. Tive também amigos, que foram realmente passageiros, porque a vida quis assim. Mas acima de todos estes que de alguma forma positiva me marcaram, durante esse “ultimamente” venho refletindo sobre aqueles com os quais me preocupo, me importo, quero ajudar, sofro por eles, quero falar a toda hora, e que simplesmente não dão a mínima; ou ainda aqueles que foram muito amigos, que por tempos chamei de irmãos, e que agora mudaram; bom sei que as pessoas mudam, mas...nada justifica. E, nunca fiz nada esperando alguma coisa em troca, e isso sempre esteve claro em minha consciência, mas existe o mínimo do bom senso, daquilo que se chama amizade, e é aqui que os vejo pecar; seria talvez por não saberem o que de fato uma amizade? Ou porque a recíproca não é verdadeira? Nutro assim, certa indignação, nasce dentro de mim uma angústia e na minha cabeça uma eterna incerteza; visto que não me é dado o espaço necessário pra conversar sobre o assunto. Mas a vida já me mostrou, numa lição linda, que quem é seu amigo, quando separado de ti, seja por qualquer motivo, volta... E mais: que amigo não é mesmo aquele que está do seu lado só nos bons momentos para rir contigo, estes são só seus colegas...*Queria dizer que esse blog na maioria de sua existência foi um grande desabafo, e composto ainda por minhas narrativas, e que por muitas vezes pode ser chamado de diário... então este post, assim como muitos anteriores, foi um grande desabafo, um dos mais verdadeiros, escritos com todo o meu coração, e que não fala de amor. Ou melhor, fala sim. Fala de amor. Mas outros tipos de amor...Então, achei melhor não citar nomes, pois sempre que vier aqui lê-lo, saberei de quem falei, e as pessoas das quais falei em cada linha deste texto, saberão que são elas sendo citadas ali, na entrelinha.
@pattyamoraes
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Paralamas do Sucesso - Meu Sonho
Pode ser
Que meu sonho
Seja assim
Te dizer
Quase tudo
Que você é pra mim
O que quero
O que espero
Sonho em te ver aqui
Sem rodeio
Solto os freios
Canto o amor por ti
Se me calo,
Tenha claro
Que é por refletir
Nas minúcias
Das carícias
Que eu sonho em sentir
Ter teu gosto
Ver teu rosto
Feliz a me pedir
Mais carinho
Mais promessas
Que eu sonho em cumprir.
Pode ser
Que meu sonho
Seja assim
Te dizer
Quase tudo
Que você é pra mim
O que quero
O que espero
Sonho em te ver aqui
Sem rodeio
Solto os freios
Canto o amor por ti
Se me calo,
Tenha claro
Que é por refletir
Nas minúcias
Das carícias
Que eu sonho em sentir
Ter teu gosto
Ver teu rosto
Feliz a me pedir
Mais carinho
Mais promessas
Que eu sonho em cumprir.
Se me calo,
Tenha claro
Que é por refletir
Nas minúcias
Das carícias
Que eu sonho em sentir
Ter teu gosto
Ver teu rosto
Feliz a me pedir
Mais carinho
Mais promessas
Que eu sonho em cumprir.
*Esses caras são fodas! Falam por mim. É por essas e outras que: um dos meus sonhos era ir num show do Paralamas, e esse eu já realizei, mas pretendo realizar mais muitas e muitas vezes...
**Sei que estou devendo meu Diário de Bordo em Buenos Aires, mas prometo que ele estará por aqui em breve, julho é férias né pessoal? =P @pattyamoraes
domingo, 20 de março de 2011
Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia...
Você era só mais um, só um coadjuvante que ao seu jeito, único, diga-se de passagem, brindava à paz. Ninguém, ou quase ninguém, te dava nada e aos poucos você mais uma vez usou do seu jeito para se tornar querido ali. Seu brinde à paz deixou por muito tempo meus olhos límpidos, me deixando ver coisas que sem aquela brancura, eu não veria. Eu não esperava que um dia tivéssemos a relação que um dia tivemos, não vou ser hipócrita em dizer que essa relação, que em momento algum passou de uma amizade, me deixou muito, mas muito feliz por alguns meses. Nesse tempo, é claro que me chateei muito quando precisei de você e tudo que ouvi foi: "Relaxa!", sendo que mesmo quando você não me solicitava eu estava lá, não precisou nunca me alertar, eu sempre soube quando era necessário estar ali contigo. Talvez seu dom seja ajudar sem saber, e um dia eu já te agradeci por isso. Cada mão dada, cada toque carinhoso me deixava feliz e segura. É uma pena, eu sinto muito que hoje nada disso mais exista. Você mudou, mudou seu jeito único, que não é mais único, agora a cadeira ao meu lado está vazia. @pattyamoraes
quinta-feira, 17 de março de 2011
Muito mais que...
São 393 dias, pouco mais de um ano, desde 18 de fevereiro de 2010. Um dia especial para nós, talvez não da mesma forma, mas de alguma forma. Parece que alguma coisa, além de nós, nos colocou ali, juntos. Parece que foi instantâneo, a maioria de vocês eu nem conhecia e em alguns minutos já me pareciam amigos de uma vida toda. Alguns foram vindo com o tempo, outros passaram por nós e nos ensinaram algumas coisas, não foram menos importantes, mas é à vocês seis, em especial que quero dedicar este post. Eu não costumo fazer muito isso por aqui, só em momentos realmente muito importantes pra mim, e ontem, depois de uma certa conversa, e de muito pensar eu me toquei. Nós não fomos só sete pessoas que se juntaram pra fazer alguns trabalhos da faculdade, nós fomos realmente mais que um grupo. Nós estivemos juntos em bons e maus momentos. Nós rimos, nós choramos. Nós brigamos, nos chingamos, nos divertimos. Nós amamos. Estou falando no plural, me desculpem. Isso é o que eu sinto. Amigo de verdade é igual família, sempre um é diferente do outro, sempre dá problema, mas mesmo assim, é amigo, é família. Não é porque não somos mais um grupo na faculdade, que não somos mais amigos. Eu continuo aqui, a mesma Patrícia que vocês conheceram a 393 dias atrás, e espero que vocês ainda contem comigo, assim como conto com vocês sempre. Obrigada por tudo: Érika Kawati, Janaina Freire Corrêa de Lima, Juliana Cavina de Oliveira, José Fauze Cassis Júnior, Natália Tessari, Ricardo Bergamim Saviano Moran. Saudações Quebra-Cabeça, ela sempre vai existir no meu coração, porque o nosso encaixe nunca vai deixar de ser no mínimo legal, se não perfeito. Um beijo e um queijo. @pattyamoraes.
I still cannot alone.
Sempre fui meio autodidata quando o assunto era cuidar de mim mesma, mas sou obrigada a confessar que de uns anos pra cá comecei a enfrentar algumas dificuldades por inconvenientes do destino, sacomé né? Quando você se vê sozinho em alguns sentidos, não só no físico, é quando você mais precisa daquela força que tá dentro de você, mas você não sabe onde. Mas todos vocês sabem que existem coisas, às vezes, insubstituíveis, imprescindíveis, impossíveis sozinho, pois então. ‘Me abraçar’ eu ainda não consigo. @pattyamoraes.
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